sexta-feira, 10 de junho de 2011

Darling Harbour Jazz & Blues Festival 2011

Qual é a boa do final de semana?



Darling Harbour Jazz & Blues Festival, evento anual que chega à 21a edição quebrando absolutamente tudo.

A conta é simples: 2 décadas de festival, 3 dias, 4 noites, 4 palcos, 50 bandas e talvez mais de 1.000 saxofonistas.

É verdade! A exemplo do ano passado, quem abre o festival é o grande James Morrison, multi-instrumentista australiano que já tocou, entre outros, com Frank Sinatra. Não preciso dizer mais nada!


Ele sobe ao palco montado sobre a baía de Darling Harbour às 18 e toca até às 19h30 com o seu sexteto. Caso esteja de bobeira, chegue cedo pois das 16h30 à 17h30 tem esquenta com a Sirens Big Band e, às 19h30, fechamento com queima de fogos. Tudo grátis, claro!

Entre sábado e segunda-feira, feriadão da rainha que não é da rainha (explico isso na segunda), a programação será intensa, começando às 11 da manhã e estendendo-se até o início da noite.

Para nos dar um suporte moral, no Tumbalong Park, aquele do festival brasileiro, funcionará o Tumbalong Jazz Bar. Além disso, todos os bares e restaurantes da harbour estarão funcionando normalmente, exceto o McDonalds, que não tem baristas.

Para os amigos músicos, trago dois recados:

Gabi, Rafa e outras cantantes, na segunda-feira, das 12h30 às 13h30, o microfone estará aberto para quem quiser cantar. Mais do que isso, haverá competição e os primeiros colocados ganharão prêmios, incluindo 500 doletas em cash (tchu-tchin!). Saibam mais!


Julio, John e outros sopradores, vocês querem entrar para o Guinness World Record (o livro, não o templo da cerveja)? Então levem seus respectivos sax para a harbour, no sábado de manhã, e juntem-se a centenas de outros saxofonistas para tentarem bater o recorde do Taizhong Jazz Festival, que em 2008 colocou 918 saxofonistas para tocarem ao mesmo tempo, em Taiwan.

O esquema vai ser simples, basta se inscrever no próprio local entre 8 e 10 da manhã, estudar o tema, ensaiar e tocar (por volta das 11 horas). A meta é juntar mais de 1.000 músicos, sendo que todos receberão camiseta comemorativa, descontos nas bebidas, em instrumentos, entre outras coisas. Para mais informações sobre a Saxophony World Record, clique aqui.

Não preciso dizer que, quem estiver em Sydney no feriado e não for, não vai para o Céu. É sério! Para ver a programação completa, clique aqui.

E se dirijir, não beba, pois como todo final de semana prolongado, estaremos em pleno double demerit, o que significa pagamento dobrado em caso de lambança.


God save the Queen, ops, the King James Morisson.



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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Carta aberta a população do Rio

Entre os Bombeiros do Rio de Janeiro e o Governo do Estado? Deixa eu pensar de que lado fico...


CARTA ABERTA A POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Povo Fluminense,

Os Bombeiros do Rio de Janeiro, profissionais trabalhadores, ordeiros e competentes, em respeito à população que sempre defenderam, por vezes com o sacrifício da própria vida, vem a público esclarecer o que tem ocorrido na Corporação e no Governo do Estado e o que levou companheiros e seus familiares a desafiarem os desmandos do Comandante Geral Cel Pedro Marco e do Governador Sérgio Cabral.

Como sabemos, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro é uma corporação voltada para a preservação de vidas e proteção de Bens da população do Estado do Rio de Janeiro.

Ao longo da sua existência, o CBMERJ sempre se pautou pela hierarquia e disciplina e também pela credibilidade de seus serviços, estando ao lado da população Fluminense em todas as suas aflições e enfrentando com bravura as calamidades naturais que atingem o Estado. São inúmeras as vidas salvas e os bens preservados pelos profissionais do Corpo de Bombeiros, que a população chama carinhosamente de Heróis. Ao nos formarmos, juramos defender a população com o Sacrifício da nossa própria vida e assim temos feito ao longo desses 155 anos de existência.

A Corporação recolhe cadáveres, combate os mosquitos da dengue, atua nas UPAS, guarnece o sambódromo no carnaval e atua no Rock in Rio (sem remuneração extra, embora o evento seja cobrado ao público), além de exercer as suas funções de salvamentos e combate à incêndio, recebendo um dos PIORES SALÁRIOS pagos pela categoria no Brasil (tabela ao Final).

O reequipamento da Corporação não é mérito do Governador, mas sim da população do Estado do Rio de Janeiro que paga a taxa de incêndio e que, ainda assim, não sabe que os recursos não são totalmente destinados à Corporação.

A Ira do Sr. Sérgio Cabral, com os Bombeiros, vem de 2009, quando foi vaiado pela Corporação durante o lançamento da Campanha “Cultura Antidengue” no ginásio do Maracanãzinho e desde então tem discriminado os Bombeiros militares, sejam nas gratificações (usando seu poder de discricionariedade) seja nas condições de trabalho (vocês viram alguma homenagem aos heróis que morreram na calamidade da Região Serrana?)

Agora, a população do Estado do Rio de Janeiro, assiste a sua Corporação de heróis ser aviltada e achincalhada pelas atitudes ditatoriais do Governador Sérgio Cabral que culminou com os manifestantes adentrando o Quartel Central da Corporação, no ultimo dia 03, para serem ouvidos pelo seu Comandante Geral, que omisso, serviu de “pau mandado” do governador Sérgio Cabral e ignorou os clamores de sua Tropa, nem comparecendo ao local.

O Governador Sérgio Cabral, adotando os melhores recursos da DITADURA, mandou o BOPE invadir com tiros e bombas o Quartel Central do Corpo de Bombeiros, ferindo militares honestos, mulheres e crianças indefesas. Atitude inadmissível em um Estado democrático de Direito!

Porque o Comandante Geral do CBMERJ, Cel Pedro Marco, não tomou as medidas necessárias para a retirada de seus militares do pátio do Quartel Central? Estavam todos desarmados e com seus familiares. Não era necessário o uso da força e sim do diálogo. Os Bombeiros são pacíficos por natureza.

O Governador nunca gostou da Corporação. Nomeou para Secretário o Ex médico do CBMERJ Sérgio Côrtes, um homem que deixou a Corporação por não concordar com os baixos salários e a carga de trabalho excessiva e agora nada faz para ajudar a Corporação, apenas integra os desmandos administrativos e superfaturados do Governo do Estado na área da saúde.

Assistimos perplexos ao Comandante Geral da PMERJ usurpar o Comando do CBMERJ e se dirigir, dentro do quartel dos Bombeiros, à tropa de profissionais honestos como se bandidos fossem.

Nossos militares foram presos e conduzidos aos quartéis da PMERJ como criminosos apenas por reivindicar dignidade profissional!

Se nossos companheiros erraram ao ADENTRAR a SUA SEGUNDA MORADA, o Governador foi CRIMINOSO e DITATORIAL ao ordenar a invasão do Quartel Central dos Bombeiros pelo BOPE com uso de FORÇA, TIROS E BOMBAS, como se ali fosse uma antro de criminosos e não de profissionais que arriscam a sua vida pela população, CAUSANDO FERIMENTO EM MULHERES E CRIANÇAS e obrigando a nossos companheiros ao confronto.

AJUDEM AQUELES QUE SEMPRE O SOCORRERAM!!!

NUNCA DEIXAMOS DE ATENDER E SOCORRER A POPULAÇÃO!

MOSTRE A SUA INDIGNAÇÃO POR ESSE ATO VIOLENTO E DITATORIAL DO GOVERNADOR SERGIO CABRAL!!!

MOSTRE O SEU APOIO AOS BOMBEIROS!

ENVIEM ESSA CARTA PARA TODOS OS SEUS AMIGOS.

ACOMPANHEM E APOIEM O NOSSO MOVIMENTO PELO SITE http://www.sosguardavidas.com


SALÁRIOS BRUTOS NO BRASIL:

01º - Brasília - R$ 4.129.73
02º - Sergipe – R$ 3.012.00
03º - Goiás – R$ 2.722.00
04º - Mato Grosso do Sul – R$ 2.176.00
05º – São Paulo – R$ 2.170.00
06º – Paraná – R$ 2.128,00 1
07º - Amapá – R$ 2.070.00
08º – Minas Gerais - R$ 2.041.00
09º - Maranhão– R$ 2.037.39
10º – Bahia – inicial - R$ 1.927.00
11º - Alagoas - R$ 1.818.56
12º - Rio Grande do Norte – R$ 1.815.00
13º - Espírito Santo – R$ 1.801.14
14º - Mato Grosso – R$ 1.779.00
15º - Santa Catarina – R$ 1.600.00
16º - Tocantins – R$ 1.572.00
17º - Amazonas – R$ 1.546.00
18º - Ceará – R$ 1.529,00
19º - Roraima – R$ 1.526.91
20º - Piauí – R$ 1.372.00
21º - Pernambuco – R$ 1.331.00
22º - Acre – R$ 1.299.81
23º - Paraíba – R$ 1.297.88
24º - Rondônia – R$ 1.251.00
25º - Pará – R$ 1.215,00
26º - Rio Grande do Sul – R$ 1.172.00
27º - Rio de Janeiro - R$ 1.031,38 (SEM VALE TRANSPORTE)

O RIO DE JANEIRO é o Estado que mais recebe investimentos no Brasil, é o 2º que mais arrecada impostos. Pretende Sediar o Rock in Rio, as Olimpíadas militares, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016.
Há algo de errado e Podre no Governo do Exmo Sr Governador Sérgio Cabral Filho!!!

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Censo 2011 - Brasileiros na Austrália

Quantos brasileiros vivem na Austrália?

Sempre achei que fôssemos entre 16 e 20 mil, incluindo residentes permanentes, temporários, estudantes, turistas, engenheiros e ilegais, até que uma amiga das antigas garantiu que chegavávamos a 30 mil. Achei muito! Já me falaram também que residentes permanentes não passam de 5 mil.

Acredito que, no total, temos aproximadamente 17.892 (ops, 17.898, já que recentemente chegaram a Gabi, o Francisco, o Jan-Antônio, o Enzo, o Bambam e a Yana), mas o fato é que talvez nem o governo australiano saiba ao certo, no máximo tenha uma boa ideia com base na quantidade de pousos e decolagens aqui na ilha.

Mas isso pode mudar.

Em 9 de agosto, a Austrália fará o Censo 2011, que obrigatoriamente deverá ser respondido por todas as pessoas que se encontrarem no país nesta noite, incluindo quem estiver em hospitais, hotéis, acampando ou mesmo em viagem de negócios de apenas um dia.

Mas porque cargas d'água devemos participar do Censo?

Primeiro porque querendo ou não, somos estatística, vivemos aqui, trabalhamos, estudamos, enfim, independentemente do caso, estamos na Austrália.

Segundo porque pode ser uma boa oportunidade para começarmos a ter um pouco mais de reconhecimento e representatividade, pois comparados a outras nacionalidades, nossa força é pífia.

Por que?

1. Somos em pouco número (será?).
2. Não temos uma comunidade organizada.

Mas como disse acima, isso pode mudar!

Uma vez que soubermos quantos somos e termos ideia do nosso tamanho, isso pode nos dar um impulso em termos de comunidade, ao mesmo tempo em que fortalece a nossa representatividade diante dos governos australiano e brasileiro. E a partir daí, quem sabe a gente possa ser uma comunidade de verdade, unida, coesa, com cada vez mais voz e recebendo mais serviços, fundos e programas.

Temos um núcleo em português na rádio SBS, um programa semanal de música brasileira na Eastside FM, um evento mensal cult de cinema em Melbourne, um festival anual de cinema, outro que marca o Brazilian Day, temos duas revistas, uma escola de capoeira que proporciona visto, outra que alfabetiza crianças em inglês-português, temos brasileiros fazendo gols todo domingo há quase 40 anos, temos um mega carnaval, nomes consagrados da música vindo todo ano, inúmeros talentos seja na música, nas artes em geral e em vários outros setores, já demostramos que somos solidários e fazemos a coisa acontecer quando brasileiros como o Leandro e o Dione precisam, mas ainda podemos muito mais!

Para participar do Censo

Basta preencher o formulário que os funcionários do Censo começarão a distribuir em todas as residências, a partir de 29 de julho. Se preferir, você pode preencher online através do eCensus com o número do seu formulário.

O sistema é fácil, seguro, rápido e mantém todas as informações confidenciais. Se usar o eCensus, os funcionários não voltarão à sua casa. Se preencher os formulários de papel, eles irão coletá-los a partir de 10 de agosto.

Mesmo quem estiver somente de passagem ou indo embora em definitivo, dê essa forcinha para os que ficam. Com raríssimas exceções, nossa imigração pra cá não tem mais de 40 anos, portanto, ainda somos jovens e temos tempo para nos organizarmos e nos tornarmos gente grande na sociedade australiana.

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Samba Cine Club e Sydney Film Festival

Austrália multicultural? Sim! Mas é recente, a exemplo da própria idade da Austrália-britânica. A mistura que aqui ainda está acontecendo, no Brasil já foi feita há tempos. E não pára!


Lá, o processo migratório foi acelerado e o mosaico aumentado no início do século XX com a I Guerra Mundial e a chegada, entre outros, de japoneses, italianos e alemães.

Esses três povos, que colocaram a mão na massa e começaram a mudar a cara da população no Brasil, subitamente viraram inimigos durante a II Grande Guerra, foram perseguidos e até confinados em campos de concentração no país.


Um pouco dessa história será exibida na próxima sexta, em Melbourne, claro, durante o Samba Cine Club, com o filme Cinema, Aspirinas e Urubus (Cinema, Aspirins and Vultures), de Marcelo Gomes. Filmaço!

O Samba Cine acontece no 1000£Bend (361 Lt Lonsdale St), haverá diversas atrações como música ao vivo e performances e a entrada custa somente $10. Para mais informações, clique aqui.


Já que o assunto é cinema brasileiro e amanhã começa o Sydney Film Festival, que vai até 19 de junho, anotem aí!

Dias 13 e 16 de junho tem exibição de Tropa de Elite 2 (Elite Squad: The Enemy Within), um dos raros, se não for o único filme na história que a continuação é ainda melhor do que o primeiro - que já era sensacional. Quem ainda não assistiu, vá (ingressos aqui)!


Nos dias 10 e 18 de junho é a vez de Vento (Wind), curta-metragem de Marcio Salem com a atriz Vivianne Pasmanter. A direção de arte parece ser fantástica (ingressos aqui) e o argumento bem interessante - um misto entre avoado e sonhador.



Um filme que não é brasileiro e sim sobre um brasileiro é Senna, documentário britânico sobre o piloto Ayrton... Senna. Ele será exibido somente uma vez, em 19 de junho, dia do fechamento do festival, portanto, é bom correr (sem trocadilhos) para garantir o ingresso (por aqui). Aliás, o mesmo serve para Tropa de Elite 2. Voe!


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domingo, 5 de junho de 2011

Eu amo Melbourne!

Momentos iPhônicos de 3 dias e meio em Melbourne.






























Dêem uma olhada no gênio!

sábado, 4 de junho de 2011

Garage Sale e Manly Food and Wine Festival

Hoje, depois de passar no garage sale em prol da Dione Schaaf, que acontece até às 16h, em Bondi (50, Glasgow Ave), a dica é atravessar a Sydney Harbour e, a exemplo do Captain John Hunter, em 1788, aportar em Manly.


Garage sale, agora a pouco.

Motivo? Neste sábado e domingo, das 11h30 às 17h, rola o Manly Food and Wine Festival, evento que reúne dezenas de vinícolas de New South Wales, dezenas de barracas de comidas de tudo quanto é país e é simplesmente e-p-e-t-a-c-u-l-a-r.



A entrada é grátis, paga-se somente o que consumir.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Reggae nesta sexta na Austrália e no Brasil

Como diria o Guilherme Infante, pelo amor de Jah!



Lembram do reggae patrocinado pela Ozzy Study que rolava às terças, em Bondi Junction? Ele volta hoje ao Cock n' Bull, onde permanecerá todas as sextas-feiras, a partir das 21h, alternando Ziggy and Wild Drums e Caribbean Soul.

Tudo num esquema fácil, extremamente fácil, pra você e eu e todo mundo fanfarrear juntos, uma vez que a entrada é grátis, o steak custa somente $1 (na compra de um drink) e a cerveja $3 (até às 23h).

Detalhe: a festa vai até às 2 da manhã, o que significa que pode ser tanto a balada em si, quanto um esquenta para depois.


Já no Brasil, a Fibra Entertainment leva o Katchafire, uma das bandas de reggae neozelandesas mais populares entre os brasileiros da Austrália, para se apresentar pela primeira vez no país.

A turnê começa hoje à noite, no Kazebre, Zona Leste de São Paulo, onde a banda toca ao lado de nomes como Bnegão, DJ Negralha e Ponto de Equilibrio (ingressos, aqui).

Palpite: acho que tem tudo para agradar o público no Brasil também (Xixão, vai lá, tu vai gostar!).

A turnê continua nas seguintes cidades:

Sábado, 4 de junho - Ribeirão Preto
Domingo, 5 de junho - Curitiba
Sexta, 10 de junho - Maceió
Sábado, 11 de junho - Recife
Domingo, 12 de junho - Brasília


É o neo-intercâmbio cultural Terceiro continente à sua escolha-Brasil / Brasil-Terceiro continente à sua escolha apenas começando...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Garage Sales "Let's Help Dione" neste sábado

Neste sábado, 4 de junho, é dia de ir às compras por uma ótima causa.

É verdade! Após semanas recebendo doações, chegou a hora de colocar tudo à venda, com preço lá em baixo e objetivo único de arrecadar o máximo de dinheiro para a Dione Schaaf, brasileira que vive em Sydney e está em plena batalha contra o câncer.


O Charity Garage Sales "Let's Help Dione" acontece das 9h às 16h, em Bondi (50, Glasgow Ave).

Quem está organizando é a amiga de longa data Mariana Purchio juntamente com Elisa Midori, Belle Delboni, Luiza Bianquini e Sarah Oliveira (que gentilmente cedeu a casa/garagem), entre outras.

Para saber mais detalhes, conversei com a Mari Purchio:

Você sabe, aproximadamente, quantos produtos receberam?
Não tenho muita ideia de números, mas só aqui em casa são 20 grandes caixas de doacões, separadas por estilos.

O que doaram?
Vestidos, tops femininos, roupas de criança, sapatos, acessórios, livros, bijoux, calças feminina e masculina, dois tapetes grandes, taças de Champagne, um colchão e até um casaco de pele (risos). Estamos fazendo questão de checar todas as doações porque não queremos colocar à venda roupa suja, furada etc.

Ainda é possível doar?
Sei que ainda tem gente querendo doar, mas infelizmente na minha casa não cabe mais nada, então peço para quem quiser, para levar direto no 50, Glasgow Ave, o endereço da garage sale.

Qual será a média de preço?
As roupas não vão exceder $10, casacões de inverno, por exemplo, tops. Calças ficarão entre $5 e $7. É bom mencionar que tem bastante coisa de inverno. E tudo negociável, claro! Quero me desfazer do máximo possível, o que sobrar vou doar pro centro espírita em Kograh que também doou muitas coisas pra gente.

O que vai acontecer se chover no sábado?
Bom, se chover um pouco, vai rolar. Somente se cair o mundo vamos passar para o domingo, no mesmo horário. Mas isso em último caso. Haverá updates no Facebook.

E se a pessoa for até lá e não encontrar nada que interessa? Como ela pode ajudar?
Golden coins! Moedas de $1 e $2 também serão bem-vindas!

Para mais informações, visite a página criada no Facebook para ajudar a Dione. E por favor, se você estiver em Sydney, vá! Avise também os amigos, o vizinho e até o mala do seu flatmate.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Três da redação: Barista no Mc, Caveman de Bondi e AC/DC

Os mais próximos sabem que detesto McDonald's, apesar das evidências contrárias, e se tem algo que nunca engoli (sem trocadilhos, por favor), é aquele café da manhã mandrake que o Ronald oferece.


Num país como a Austrália, com uma cultura quase obsecada por café (o que é maravilhoso), não faz o menor sentido pedir um takeaway no Maccas - como é chamado por aqui.

Se os funcionários mal conseguem atender o público com um sorriso, imagine tirar um cafezinho. Ainda mais no padrão daqui, que é pura arte (no caso de North Bondi, coisa de artisxxta).


Mas agora, após uma enxurrada de reclamações, o Ronald finalmente reconheceu que o café dele é uma porcaria. Mais do que isso, a partir de domingo fará uma gigantesca campanha se desculpando e, pasmem, contratará baristas.

É verdade! Não sei se para todas as lojas, uma vez que são mais de 650 em todo o país, mas sabendo da importância do faturamento matutino, o Mc vai investir no profissional especializado em tirar um café, no mínimo, honesto.

Portanto, se você é barista, se não é mas já fez algum daqueles cursos de sábado, se pretende virar ou se acabou de chegar na Austrália e ainda não sabe o que fazer, fique de olho pois surgirão dezenas, talvez centenas de vagas nas próximas semanas.


Ainda por aqui, Peter James Paul Millhouse, mais conhecido como Caveman de Bondi, não irá a julgamento, depois que a acusação de ataque sexual foi retirada.

Caveman é aquele cara que vivia há pelo menos uma década nas pedras do cliff de Bondi Beach, caminho para Tamarama, com uma das melhores vistas da cidade (praticamente em cima do mar).


Ele levava uma vida pacata cercado por 5 toneladas de lixo, alimentando pássaros, recebendo turistas e brigando contra o Waverley Council, que há anos queria tirá-lo de lá.

Até que em novembro de 2009, durante a Sculpture by the Sea, Peter James Paul Millhouse (nome de lord britânico: Sir Peter James Paul Millhouse) foi acusado de atrair uma visitante para a sua pedra/casa/cafofo e atacá-la sexualmente.

Ontem, porém, ele foi liberado, o que infelizmente não significa que poderá voltar ao cliff, seu habitat natural.

Detalhe: durante os anos de batalha, os moradores de Bondi fizeram diversos abaixo-assinados contra o Council, impedindo que fosse despejado.

Pergunto: com a acusação retirada e a área devolvida, seria ele mais um Mike Tyson, Kobe Bryant ou Julian Assange?


Por último, mas não menos bizarro, a Adventure Bay Charter, operadora de turismo da Eyre Peninsula (já ouviu falar nessa região?), em South Australia, disse que as músicas If You Want Blood e You Shook Me All Night Long do AC/DC têm uma peculiaridade bem especial: atraem o grande tubarão branco mais do que qualquer outra coisa, incluindo aí isca com peixe (e foto do Spielberg).

Se é verdade, não sei, mas que o marketing é bom, é. Você, por exemplo, já ouviu falar na Eyre Peninsula?

Missão cumprida!

Nos próximos posts...
- Tudo sobre o Charity Garage Sale em prol da Dione Schaaf, que acontece neste sábado, em Bondi.
- A volta do Tropical Heat, o reggae de Bondi Junction que agora será às sextas, a partir desta.
- Show do Katchafire, banda de reggae da Nova Zelândia que a Fibra levou para o Brasil e se apresenta também nesta sexta, em São Paulo, juntamente com Bnegão, entre outros.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Manifestações pró-Carbon Tax e contra Belo Monte

Este domingo, 5 de junho, é o Dia Mundial do Meio Ambiente. Mais do que isso, é dia de ir às ruas, tanto na Austrália como no Brasil.

Na Austrália, em favor do carbon tax, a saída mais viável para o país começar a reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa (em tempo: vergonhosamente, a Austrália foi o último país a assinar o protocolo de Kyoto).

No Brasil, contra um dos maiores desaforos governamentais desde que Cabral pisou no país (e olha que a lista é infinita), a obscura construção da Usina de Belo Monte.


Por aqui, governo e independentes tentam aprovar o carbon tax, cujo relatório final sobre como funcionaria, quanto seria cobrado e a porcentagem que seria investida em energia limpa está na reta final.

Simplificando ao máximo, o carbon tax nada mais é do que uma forma de taxar a emissão de gases poluentes. O preço seria fixado por tonelada e cobrado na produção e distribuição/uso de combustíveis fóssis com base na quantidade emitida.

Isso teria um efeito cascata sobre eletricidade, gás natural e petróleo que seria repassado para todos, tanto pessoa física como jurídica, incentivando a redução do consumo e estimulando o aumento da eficiência energética - incluindo aí o uso de energia limpa (solar, eólica, biocombustível etc).

Entre os principais opositores estão as grandes companhias poluidores e o Liberal Party, liderado pelo boçal Tony Abbott, o mesmo que durante a campanha eleitoral falava em "stop the boats" como solução para a questão dos refugiados.

Abbott e a oposição têm pintado o carbon tax como algo que elevará o custo de vida e quebrará financeiramente milhões de famílias em todo o país. Misto de ignorância, demagogia e egoísmo.


Um bom exemplo do baixo nível na argumentação foram as críticas à atriz Kate Blanchett, que esta semana apareceu em um comercial apoiando o imposto e foi execrada pela oposição sob a alegação que sendo milionária não seria afetada.

A manifestação acontece simultaneamente em Sydney, Melbourne, Perth, Hobart, Adelaide e Brisbane neste domingo, às 11 horas. Para ver os locais, clique aqui.


Já em São Paulo e no Rio de Janeiro acontece a Manisfestação Contra a Construção da Usina de Belo Monte, que se sair do papel será a terceira maior hidrelétrica do mundo, inundando pelo menos 400 mil hectares de floresta, expulsando 40 mil índios e ribeirinhos e destruindo o habitat de inúmeras espécies.

A questão não é recente, vem do período da ditadura militar, quando a Eletronorte, em 1975, iniciou estudos para avaliar o potencial energético da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu.

Nos anos 1980, a estatal propôs a construção de 165 usinas hidrelétricas até 2010, entre elas a usina de Kararaô, que ao ser exposta no 1º Encontro dos Povos Indígenas do Xingu, em 1989, em Altamira (PA), resultou na imagem abaixo.


O cantor Sting esteve presente no evento e atraiu os holofotes da comunidade internacional, mas quem entrou para a história foi a índia kaiopó Tuíra, que intimidou o atual presidente da Eletrobras, José Antonio Muniz, então diretor da Eletronorte, tocando-o no rosto com seu facão. O governo, mais tarde, rebatizou Kararaô de Belo Monte.

Belo Monte voltou à cena no início dos anos 2000, primeiro no governo FHC como parte do programa Avança Brasil, e depois com Lula/Dilma, sendo a maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O problema principal, além do projeto em si, é a maneira como o governo, independentemente de tucanos ou petistas, tem conduzido o assunto, marcada pela absoluta falta de transparência e pela privação da participação da sociedade.

Basta ver a sucessão interminável de liminares e medidas jurídicas que tem se arrastado na última década, com suspensões e adiamentos de estudos, licenciamentos e leilões.

Para terem uma ideia, até a Organização dos Estados Americanos (OEA), através da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), solicitou que o governo brasileiro suspendesse o processo de licenciamento e construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, no ano passado, pois a consulta pública deveria, obrigatoriamente, ser “prévia, livre, informada, de boa-fé e culturalmente adequada”, o que não vinha acontecendo.

Duas vozes importantes em defesa da região são o Movimento Xingu Vivo Para Sempre, formado por organizações não-governamentais, que criou o comitê metropolitano para fazer a ponte campo-cidade e manter a população informada (blog); e o procurador da República no Pará, Felício Pontes Jr, ferrenho defensor da Amazônia que atua diretamente no caso e tem divulgado textos muito esclarecedores sobre o processo.

Leiam abaixo indagações levantadas pelo procurador em seu texto Belo Monte de Violências (VII), com base na análise que 39 cientistas de várias universidades brasileiras fizeram do Estudo de Impacto Ambiental (EIA), apresentado para sustentar a construção de Belo Monte:

- Será que os cientistas têm razão e o custo de Belo Monte será próximo ao de Itaipu com uma geração de energia de menos de 1/4 desta?

- Seria verdade que apenas a troca das turbinas de 67 antigas hidrelétricas produzirá a energia equivalente a 2,5 Belos Montes, a um custo cinco vezes menor sem necessidade de nenhuma barragem?

- E que apenas a troca das longínquas linhas de transmissão produzirá a energia equivalente a dois Belos Montes?

- Será verdade que apenas 1,5% da toda a energia elétrica produzida no Brasil vem de fonte solar e eólica, enquanto que nos Estados Unidos esse percentual é de 11,37%?

Na última semana, Dilma Roussef liberou o início da construção de Belo Monte, ignorando 600 mil assinaturas e cartas de diferentes povos, lideranças e organizações. A sentença de morte dos povos do Xingu foi decretada - como tem sido dito -, mas não significa que estão acabados.

O pouco de contato que tive com o xavante, povo político e guerreiro, mostra que ainda é preciso lutar articuladamente, com todas as ferramentas disponíveis, incluindo aí as instâncias internacionais, para impedir a atrocidade de maneira legal. É o jeito político de fazer a coisa.

Se o governo colocar mesmo a justiça no bolso e passar por cima de tudo e todos, será o momento dos povos indígenas deixarem as diferenças de lado, unirem-se, fortalecerem-se com as organizações que os apoiam, e trocar as ferramentas por armas, pois não terão nada a perder.

E isso nossa presidente conhece bem. Ela não era boa atiradora, como disse em entrevista, mas era muito hábil no manejo e na limpeza de armas, nos idos dos 1970, à época combatendo o mesmo governo militar que iniciou os estudos para avaliar o potencial energético da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu.

Belo Monte, Anúncio de uma Guerra - de André Vilela D'Elia.

A Manisfestação Contra a Construção da Usina de Belo Monte acontece neste domingo, às 14h30, em frente ao MASP, na Avenida Paulista, e simultaneamente na Orla de Ipanema-posto 9, no Rio de Janeiro. Para mais informações, visite a página no Facebook.

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Tripppin in Bali

Mau Buchler, o amigo, professor de inglês e fanfarrão que deixou a Austrália a pouco e está viajando o mundo enquanto ensina a língua através de vídeos e-p-e-t-a-c-u-l-a-r-e-s, dá o seu primeiro sinal de vida.

Na verdade, não chega a ser aqueeeeele sinal de vida, pois o cara, após alugar uma motoca, em Bali, quase vai em cana, cai da moto, enfim, só faz lambança no caminho entre Canggu e Kuta Beach. Porém, traz uma boa ideia de onde está.


Para assistirem aos anteriores, cliquem aqui.

Have a good trip, Tripp, Pin, Mau, Polisi and who else are there!

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sábado, 28 de maio de 2011

Luz no final do túnel para o futebol?

Na última quarta-feira, juntei-me ao Sydney Brazilian Social Club, o popular Canarinhos, em um jantar de gala da Johnny Warren Football Foundation, evento que reuniu os principais nomes do futebol na Austrália, entre eles o técnico da seleção australiana, Holger Osieck, o apresentador Les Murray e alguns ex-Socceroos, incluindo vários que disputaram a Copa de 1974.


Em seu discurso, Les Murray mencionou a presença dos Canarinhos, citando-os como "os representantes do futebol brasileiro na Austrália", e destacando dois ex-jogadores presentes, Nélio Borges e Agenor Muniz, este último ex-Vasco que defendeu a seleção australiana nos anos 1970.

De um figurão da Football Federation Australia, ouvimos que se a FIFA realmente tirar a Copa de 2022 do Catar e reabrir o processo de escolha da sede, a Austrália automaticamente reapresentará a candidatura, porém, sem gastar mais nenhum centavo do dinheiro do contribuinte (a mesma consideração que se tem no Brasil).


Na quinta-feira, no Footy Show, programa do Channel 9 100% Rugby League que foi ao ar um dia depois do State of Origin, o jogo de maior rivalidade desse esporte, esteve presente no estúdio ninguém menos do que Tim Cahill, o melhor jogador da seleção australiana de futebol.

Fizeram as piadinhas de praxe, mas levantaram demais a bola do esporte e do próprio Cahill, o que é absolutamente atípico em qualquer canal de televisão do país que não seja a SBS. Importante: sabendo que não tem virgem na zona e nenhuma emissora dá ponto sem nó, talvez seja um bom indicador.

Agora a pouco, sábado de manhã, lendo o Sydney Morning Herald, me deparei com a manchete que jamais imaginei ver na Austrália: The game God will be watching, referência à e-p-e-t-a-c-u-l-a-r final de amanhã cedo (4h10 na SBS) entre Barcelona e Manchester United (go Messi!).


Detalhe: era o terceiro artigo esportivo mais lido do dia, atrás somente da inesperada derrota da tenista australiana Samantha Stosur, em Roland Garros, e da nova medida do governo de proibir que comentaristas esportivos incentivem os telespectadores a apostarem no decorrer dos jogos (parece pouca coisa, mas o fato é que o jogo é um câncer na sociedade australiana que paga as contas de muita gente).

E sabendo que o interesse econômico da Austrália no Brasil, através do Ministério das Relações Exteriores, é cada vez maior, e deverá crescer muito nos próximos anos, incluindo aí os efeitos causados pela Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016 - e quem sabe a Copa aqui em 2022 -, não tenho dúvida em acreditar que, sim, há luz no final do túnel para o futebol na Austrália...



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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Vivid Sydney de volta


Criado em 2009 para preencher lacuna na programação cultural da cidade entre o outono e o inverno, ao mesmo tempo em que posiciona Sydney como polo de ideias da região da Ásia-Pacífico, o festival chega a sua terceira edição mais iluminado, musical e criativo do que nunca.


Hoje, às 18, as luzes serão acesas na Opera House marcando a abertura oficial, e permanecerão nas próximas três semanas nos arredores da Circular Quay e The Rocks. Até lá, todos os dias, muitos eventos acontecerão das 18h às 23h59, incluindo shows, pirotecnia na harbour, instalações ao ar livre, debates e muito mais.


O meu destaque são os shows que o The Cure (eles mesmos) fará nos dias 31 de maio e 1 de junho, na Opera House. Contando com membros das formações antigas e da atual, a banda simplesmente tocará seus três primeiros álbuns na íntegra (Three Imaginary Boys, Seventeen Seconds e Faith, de 1979, 80 e 81, respectivamente). Só não vou falar que é imperdível pois os ingressos já estão esgotados desde o dia em que cogitaram trazê-los.


Para quem não vai muito para a City à noite, vale a pena marcar uma cerveja de final de tarde em The Rocks (The Australian Hotel pode ser um bom começo), seguida por uma volta no bairro onde várias instalações estão espalhadas, depois um pulo na Circular Quay via Museum of Contemporary Art para ver a Opera House e a Customs House, além dos fogos na baía. No final, claro, o pabão (aumentativo de pub) de sua preferência.


Se você ainda não se convenceu, veja o vídeo abaixo! Mas antes, compre o Daily Telegraphic de hoje para ganhar uma surpresinha que pode lhe render um balão dourado. FOR WHAT???? Veja lá!



Viva Sydney (ops, Vivid Sydney)!

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Quinta musical para esquentar

Se vocês não aguentam mais ficar em casa por conta do frio e da chuva/garoa/fog que tem congelado Sydney, espécie de Londres paulistana com nuances de Melbourne e toques de Alaska (a parte mais fria do Alaska), seguem 3 opções para esquentar hoje à noite (sendo que a última é para incendiar).


O esquenta começa às 19h30, no Deck 23, em Dee Why, com o Neandertown, projeto musical do figuraça Tiago Passos com o cantor e compositor Marcelo d’Avila. Os caras vão do samba ao rock passando por reggae e funk numa mescla de sons originais e covers. Programa obrigatório para quem mora no outro lado da harbour, seja Manly, Curl Curl, Narabeen, Woy Woy ou Surfers Paradise (ops, longe demais).


Também fazendo covers e tocando músicas próprias (sim, meus amigos, temos músicos bons e criativos por estas bandas), o Abuka Trio se apresenta no The Golden Sheaf, em Double Bay, das 20h às...


Sandro Bueno, Tiago De Lucca e Marcello Maio adorariam tocar por várias horas, mas precisarão colocar um ponto final na apresentação às 23h, pois seguirão para o meu pub de música ao vivo número um da Austrália, o Macquarie Hotel (42 Wentworth Ave Surry Hills), onde vão se juntar ao Samba Mundi para a tradicional Late Night Latin Funk, fanfarra generalizada que começa à meia-noite e vai até às 3 da manhã.

Além da sonzeira, o Mac também é incendiado pelas excepcionais cervejas que eles mesmos produzem, incluindo a Red Bavarian e a Dark Beer, perfeitas para este clima paulistano de Londres com nuances de Alaska e toques de Melbourne (ops, era quase isso).

Quanto? É tudo grátis!

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